
Em algum momento da história, a espécie Ser Humano perdeu seu rumo em relação a vida correndo atrás de uma utopia chamada poder. Criou a riqueza e fez dela a felicidade, criou a propriedade e com ela o seu prazer, industrializou tudo, de átomo à Deus, e tranformou a vida, com toda sua nobreza, num mero comércio, quebrando efetivamente o seu laço com o ciclo da vida que é uma obra exclusiva da Natureza.
Tanto a Teoria Científica quanto a Teoria Divina concordam que partimos de um único ponto e se, as teorias procedem, então somos todos uma única raça, a Raça Humana, tão iguais e tão semelhantes, não somente entre nós, pois a partir do instante em que dependemos da água e do oxigênio para viver, isso nos torna iguais a todas as espécies de vida existentes na natureza.
Contudo, nos colocamos no topo, criamos a diferença e com ela a desordem e nos vimos obrigados a inventarmos deuses e demônios para justificarem nossos erros e medos. Não contentes, desenvolvemos a tecnologia e com ela um enorme poder de destruição em escala, simplesmente pela nossa segurança e conforto.
"Perdemos o rumo de casa" e como se isso não bastasse, ainda da nossa imagem e semelhança fizemos um deus para nos assegurarmos e nos dar poder até sobre a própria Natureza, e o mais incrivel é que passamos a acreditar nisso cegamente, sem deixar espaço para enxergarmos o óbvio e o verdadeiro.
Tanto a Teoria Científica quanto a Teoria Divina concordam que partimos de um único ponto e se, as teorias procedem, então somos todos uma única raça, a Raça Humana, tão iguais e tão semelhantes, não somente entre nós, pois a partir do instante em que dependemos da água e do oxigênio para viver, isso nos torna iguais a todas as espécies de vida existentes na natureza.
Contudo, nos colocamos no topo, criamos a diferença e com ela a desordem e nos vimos obrigados a inventarmos deuses e demônios para justificarem nossos erros e medos. Não contentes, desenvolvemos a tecnologia e com ela um enorme poder de destruição em escala, simplesmente pela nossa segurança e conforto.
"Perdemos o rumo de casa" e como se isso não bastasse, ainda da nossa imagem e semelhança fizemos um deus para nos assegurarmos e nos dar poder até sobre a própria Natureza, e o mais incrivel é que passamos a acreditar nisso cegamente, sem deixar espaço para enxergarmos o óbvio e o verdadeiro.
Criamos uma mentira sobre a vida e a perpetuamos em nossa espécie como verdade absoluta, mesmo convivendo dia a dia com a nossa auto destruição, sem a percebemos.
No entanto, sob tantas inverdades, tivemos a coragem de encarar uma grande verdade, da qual eu pactuo plenamente: "Realmente não descendemos dos Macacos!"

